Metade do que sou
Metade do que sou
É alegria
A outra metade
Melancolia.
Metade do que sou
É esperança
A outra metade
Desconfiança
Metade do que sou
É solidão
A outra metade
Festa
Metade do que sou
É turbilhão
A outra metade
Silêncio.
Quem me dera poder ser
Apenas a metade
Que tu desejas ter!
Helena Sacadura Cabral
É alegria
A outra metade
Melancolia.
Metade do que sou
É esperança
A outra metade
Desconfiança
Metade do que sou
É solidão
A outra metade
Festa
Metade do que sou
É turbilhão
A outra metade
Silêncio.
Quem me dera poder ser
Apenas a metade
Que tu desejas ter!
Helena Sacadura Cabral
Descobri alguns textos desta senhora depois de ver a entrevista do alta definição. As nossas histórias são provavelmente o que mais marca e define a maneira de ser ao longo da nossa existência. Não há histórias nem pessoas iguais, mas há pessoas que têm uma forma muito especial de digerir e encarar a vida, penso que Helena Sacadura Cabral é uma dessas pessoas. Nesta entrevista expõem uma filosofia de vida e visão sobre a condição humana bastante interessante e talvez até invulgar para a sua geração e tantas outras que se seguiram. Vale a pena ver.
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