Não haverá uma razão única que tenha levado a estas conclusões, entre a forma e conteúdo do ensino, mentalidade dos professores e dos alunos, parece que continuamos a formar operários, quando o que se espera e se precisa é formar pessoas criativas e autónomas com capacidade de liderança. Não admira que uma boa parte dos recém-formados não saibam o que fazer quando saem da universidade. É certo que a formação deve funcionar como rampa de lançamento e não como um fim em si, mas há por aí muitos cursos com aplicabilidade muito duvidosa, alem de nos empurrarem para uma formatação que em nada ajuda desenrascar numa altura em que deixamos de ter a papinha feita.
É caso para perguntar, será que estamos a perder tempo e criatividade com a formação?
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